"Peaky Blinders: O Homem Imortal", chegou finalmente à Netflix nas últimas horas e, imediatamente, disparou para o topo dos filmes mais vistos da plataforma tanto em Portugal como a nível global.
Como é possível constatar pelos dados mais recentes do FlixPatrol, a tão aguardada produção de Tom Harper e Steven Knight destronou o mais recente fenómeno da Netflix que já soma mais de 100 milhões de visualizações em duas semanas.
A longa-metragem é a sequência das seis temporadas de "Peaky Blinders", considerada unanimemente uma das melhores séries de sempre. Cillian Murphy é a grande estrela.
Qual o enredo?
Tommy Shelby nunca foi um homem de paz. Mas quando a Segunda Guerra Mundial transforma Birmingham numa cidade em chamas, até ele escolheu o silêncio do exílio. Esse silêncio tem os dias contados.
Forçado a regressar, Tommy encontra um mundo diferente mas com os mesmos velhos fantasmas: dívidas por saldar, inimigos com memória longa e uma família que ainda carrega o peso do seu nome.
O que o espera desta vez é diferente de tudo o que enfrentou antes. Não é apenas a sobrevivência dos Shelby que está em jogo; é algo muito maior, com o país em guerra e o caos a servir de pano de fundo para o ajuste de contas mais brutal da sua vida.
Entre a lealdade ao sangue e a tentação de apagar tudo o que construiu, Tommy Shelby terá de decidir uma última vez quem é e o que está disposto a sacrificar. Porque quando tudo arde, só resta saber se o homem que sobreviveu a tudo consegue sobreviver a si próprio.
A opinião da crítica
Apesar de ter estreado apenas há 24 horas, nesta sexta-feira, 20 de março, a verdade é que já obteve o estatuto de Fresh no Rotten Tomatoes. Para tal, contribuíram de sobremaneira os 92% de avaliação dos críticos, um valor que o coloca entre os melhores dos melhores.
"Concluindo a história de Tommy Shelby com garra e arrogância, 'é uma conclusão satisfatória para 'Peaky Blinders', que também se sustenta por si só", é a opinião unânime.
"A banda sonora de rock pulsa com um vigor propulsivo, o ecrã vibra com a elegante câmara lenta do realizador Tom Harper, enquanto a dupla de atores de primeira linha, Murphy e Keoghan, traz uma pungência inesperada a um conflito edipiano que, de outra forma, seria familiar", aponta o The Times.
"Serve como um belo lembrete do que sempre pareceu bastante cinematográfico na série, tanto na sua narrativa robusta, como nos seus valores de produção sólidos e bem preservados", destaca a Variety.
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