
A compra de um novo smartphone implica fazer escolhas. Em primeiro lugar, o valor do orçamento e aqui surge logo a primeira escolha: quanto vamos gastar? De seguida, uma pesquisa sobre especificações “ajuda a dividir as águas”.
Os modelos mais avançados obrigam a um investimento maior. Mas a verdade é que, hoje em dia, vários terminais de gama média têm também já especificações muito interessantes a um preço mais acessível. E mais do que isso, têm vários recursos que os terminais premium também têm.
Por isso, este ano decidi que, quando comprar um novo telefone, vou olhar para outros dados, habitualmente, em segundo plano, mas que podem dar-me uma melhor experiência de utilização e fazer render o meu investimento.
1. Autonomia
Não é por mero acaso que coloco a autonomia em primeiro lugar. Se há coisa irritante é chegar ao final da tarde e perceber que durante o jantar fora de casa vou ficar sem bateria. Quero evitar a correria atrás da tomada elétrica ou a espera para o telefone carregar que me faz chegar atrasada.
Daqui para a frente vou ter em atenção a eficiência energética que o telefone faz. E isso implica não só olhar para a capacidade da bateria, mas também para a forma como o processador integrado gere a energia de que dispõe.
Tomemos como exemplo o iPhone. A Apple não equipa o seu telefone icónico com grandes baterias, mas o processador e o software integrados conseguem fazer uma gestão altamente eficiente do consumo de energia.
2. As atualizações
Este será outro ponto que vou considerar seriamente. Não me vou concentrar tanto no número de anos que o telefone vai receber de atualizações de software. Este ponto é importante, sobretudo se fores um utilizador que gosta de ter o telefone durante muitos anos.
Mas considero mais relevante a rapidez com que a marca faz chegar aos telefones as novas atualizações. Na prática, quero que o meu telefone receba o mais recente software no menor tempo possível; por exemplo, a Google liberta o Android 17 em agosto e eu gostaria que o meu Android (que não é da marca Google) me fizesse chegar a nova interface em setembro.
Quero que o meu telefone esteja o mais atualizado possível no software e na segurança para usufruir o quanto antes dos novos recursos e para estar protegida contra os ataques cada vez mais sofisticados de que somos alvo.
3. Um ecrã que se veja
Por último, mas não menos importante, o ecrã. Tal como todos os outros utilizadores, eu uso muito o smartphone em ambiente exterior. Portanto, estou a valorizar, cada vez mais, a capacidade de antirreflexo e brilho dos ecrãs.
Quero olhar para o painel do telefone e ver, de imediato, o conteúdo que me interessa. Não quero fazer ginástica e procurar uma espécie de sombra ideal para conseguir ver as horas.
Há pormenores que podem fazer toda a diferença e nem sempre é preciso fazer um investimento avultado para termos um telefone que responda efetivamente às nossas necessidades.

