
O YouTube está a introduzir um novo recurso que deverá agradar pouco aos utilizadores mais novos. No fundo, é uma nova função de parentalidade, que permite aos pais controlar o tempo que os filhos gastam a ver os YouTube Shorts.
Bem ao estilo do TikTok, os Shorts são vídeos curtos que, por vezes, levam a sessões longas de “scroll”. Na prática, os pais definem o tempo que o filho pode ver os vídeos. Ao expirar esse tempo, a criança já não pode mais aceder (via 360 Gadgets).
A aposta do YouTube no controlo parental
Para além do que já foi referido, o YouTube também está a introduzir um guia para criadores, sendo o objetivo incentivar conteúdo apropriado para cada idade. As novidades foram avançadas esta quarta-feira, dia 14 de janeiro, num post oficial.
Novamente sobre a questão dos Shorts, os pais podem inclusive proibir os filhos de ver Shorts. É claro que nenhuma criança ou adolescente vai gostar desta novidade. No entanto, em certos casos, esse controlo pode ser benéfico para os mais novos.
As opções de tempo vêm com alguns limites já predefinidos. São eles: 15 minutos, 30 minutos, 45 minutos, 1 hora ou 2 horas. O YouTube está também a procurar incentivar os mais novos, com conteúdo “de maior qualidade e mais enriquecedor”.
Ou seja, os mais novos receberão recomendações da Khan Academy, CrashCourse e TED-Ed para adolescentes. Essa iniciativa terá sido feita em parceria com a UCLA, uma das universidades mais populares nos Estados Unidos.
Espera-se que os novos recursos vão sendo disponibilizados globalmente, ao longo dos próximos dias ou semanas. Por falar em controlos parentais, também o WhatsApp está a trabalhar numa nova funcionalidade, que permite aos pais controlar com quem o filho fala, podendo inclusive enviar mensagens aos contactos guardados pela criança. O recurso ainda está em desenvolvimento.