
"Tecnologia" e "futuro" são dois conceitos que andam sempre de mãos dadas. Os smartphones da atualidade já são super-evoluídos, é um facto, mas a tendência é evoluir cada vez mais.
Por isso mesmo, a título de curiosidade, decidi perguntar à Inteligência Artificial (IA), ao Claude neste caso, o que considera que serão os telemóveis do futuro.
A resposta do Claude... mas por partes
O Claude levantou várias hipóteses de telemóveis diferentes, com inovações possíveis e prováveis de acontecerem nos próximos anos. Como tal, segmentou a resposta em diferentes categorias.
Design e Ecrãs
- Ecrãs dobráveis e enroláveis: já vamos vendo modelos dobráveis, mas o futuro aponta para dispositivos que se enrolam como pergaminhos ou se esticam conforme a necessidade.
- Ecrãs transparentes: painéis de vidro que funcionam como displays, misturando o mundo físico e digital.
- Sem molduras, sem buracos: câmaras e sensores completamente integrados sob o ecrã.
Inteligência Artificial
- A IA deixará de ser uma funcionalidade e passará a ser o sistema operativo em si, antecipando necessidades, gerindo comunicações e personalizando tudo em tempo real.
- Assistentes verdadeiramente conversacionais, capazes de agir de forma autónoma em nome do utilizador.
Energia e Conectividade
- Carregamento sem fios de longa distância: sem precisar de colocar o telemóvel em cima de nada
- Redes 6G, com velocidades e latências que tornam a diferença entre local e nuvem praticamente impercetível
- Amplificação das baterias de estado sólido, muito mais duradouras e seguras.
Realidade Aumentada
- Os telemóveis poderão projetar hologramas ou funcionar como controladores de óculos AR, tornando o próprio ecrã físico cada vez menos necessário.
- A câmara será um sensor de profundidade em tempo real, mapeando o ambiente ao redor.
Segurança e Biometria
- Autenticação por reconhecimento de veia, batimento cardíaco ou ADN em vez de impressão digital ou face.
- Encriptação quântica para comunicações absolutamente seguras.
Conclusão
Obviamente que a IA tem a tendência para imaginar em demasia. No entanto, sou-te sincero: muitas das previsões que o Claude fez não me parecem assim tão improváveis de se materializarem no futuro.
Carl Pei, CEO da Nothing, falou recentemente sobre o assunto e disse que acredita que os telemóveis passarão a existir como uma única aplicação. Só o tempo dirá quem tem razão, mas podemos não estar tão longe do futuro como se calhar achamos.
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