Como descrever o Galaxy S7 Edge (2.ª parte): Software produtivo

Pedro Henrique

Ontem, numa pequena análise escrita sobre o Android é Android e, quer se goste ou não, não há muito por onde fugir: a loja tem todo o tipo de aplicações que se possa querer, nada é impossível, passo a expressão, no capítulo da personalização e, quase de certeza que existe uma aplicação que resolva todo o género de entrave.

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Porém, se aquelas são as melhores qualidades, existem também alguns aspetos que podiam ser mais bem analisados pela marca. Começando pela TouchWiz em si, ainda que muito melhorada em relação a versões anteriores, por vezes, continua a ser, notoriamente, pesada mesmo que não se faça notar num dispositivo deste calibre, com tanta frequência. O mesmo se aplica às suas edges que, embora as utilize todos os dias, também podiam ter mais funcionalidades ou, pelo menos, outra interatividade quando usadas. Quanto ao sistema do bonequinho verde em si, não há muito a apontar pois a Google tem feito um bom trabalho e, quando se fala em dispositivos que não recebem atualizações mais cedo, ou que não as recebem simplesmente, a culpa não é dela e, portanto, à exceção de uma funcionalidade ou outra - como o Android N -, não há nada que possa ser apontado a essa empresa.

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Pedro Henrique
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