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O Galaxy S7 Edge tem sido o meu smartphone desde há cerca de um mês e, penso por isso, que esse tempo já é capaz de fazer dele um ótimo exemplo de análise daquilo que são os seus pontos fortes e menos fortes. De facto, são poucos os pontos fracos, daí a denominação por “menos fortes” porque, como já muitos disseram anteriormente, este par de Galaxys, o S7 e o Edge, está (quase perfeito).

Vê também: Samsung Galaxy S7: Review / análise do flagship da Samsung para 2016

   

Neste artigo será avaliado todo o hardware do Galaxy S7 Edge, ficando o software e tudo o que o envolve para amanhã, noutro artigo para que este não fique demasiado longo.

Assim, começando pelo início, é de notar o trabalho que Samsung teve para com a construção deste smartphone o que é, sem dúvida, um dos melhores telemóveis já tive senão o melhor. Se no ano passado o metal e o vidro assentado na perfeição no S6, este ano a empresa coreana não quis forma alguma comprometer aquilo que é apresentado no ano anterior e por isso, com todo o conjunto de materiais utilizados, ficou ainda melhor. Pode realçar-se também que, até agora, e embora não utilizando qualquer tipo de proteção como uma capa ou protetor de ecrã, o S7 Edge está num estado imaculado, pelo que toda a sua elegância inicial continua intacta.

Galaxy S7 Edge

Ainda dentro do lado positivo do seu hardware, note-se que este dispositivo samsung tem um ecrã que é o melhor de todos aqueles que eu possa ter experienciado anteriormente, bem como dos concorrentes diretos. As cores são vívidas, sem serem muito saturadas, e todo o conteúdo que nele possa ser apresentado vai ser sempre mais apelativo do que aquilo que é na realidade. Para além disso a 5,5 polegadas são sensacionais para todos aqueles que procuram a reprodução do conteúdo multimédia através de vídeos, por exemplo.

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Santana, Madeira – qualidade reduzida dado o tamanho da fotografia

O telefone para além de tudo isto, vem com uma forma de carregar o dispositivo em menos de duas horas de 0 a 100% e, em antítese ao que foi o Galaxy S6 (e derivados), por ser de 3600mAh, ela dura um dia com uso intensivo. Este ano, o cartão microSD também marcou presença e, principalmente para aqueles que usam tal como uma câmara e/ou que nele guardam muitos ficheiros, isso foi uma mais-valia muito desejada e bastante bem vinda. Quanto à sua performance, não podia estar mais contente com seu desempenho que até ao momento, foi sensacional, nomeadamente, devido aos 4GB de RAM e ao seu processador Qualcomm Snapdragon 820 que, quando combinados, fazem deste smartphone um dispositivo altamente produtivo e capaz de resolver as mais variadas situações do dia-a-dia.

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Imagem noturna – qualidade reduzida dado o tamanho da fotografia

Por último, e claro, falando um pouco da sua câmara, está ainda que melhor a do dispositivo lançado no ano anterior, porque foi introduzida uma nova lente com maior abertura e por isso as fotos tiradas à noite são, sem dúvida, espetaculares. Quem diz “fotos tiradas à noite”, diz também as que são capturadas durante o dia, simplesmente as fotos noturnas são sempre mais difíceis de serem boas fotos do que aquelas que são feitas ao longo do dia. O Filipe Alves também já tinha abordado este tema na sua Review, razão pela qual, não querendo alongar-me em demasia, deixarei apenas algumas imagens tiradas por este dispositivo, em baixo, que ilustram o que quero dizer, bem como o que foi dito por ele.

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Panoramas – qualidade reduzida dado o tamanho da fotografia

Contudo, e abordando os pontos menos fortes, penso que há dois a destacar e que são, na minha opinião, os únicos que levam a que este S7 Edge não alcance a perfeição e que tem a ver com o seu altifalante situado numa zona onde, muitas vezes, é fácil de abafado quando jogando ou vendo vídeos com o smartphone na horizontal. Em segundo lugar, e de um modo muito breve, há que ter em atenção que o vidro é um autêntico convite à impressão digital que não o larga de maneira alguma. Finalmente, como facto do seu ecrã ser ligeiramente grande e, pelo facto das edges serem tão lateralizadas, utilizar o smartphone com uma mão para escrever uma mensagem ou qualquer outro tipo de operação que envolva chegar ao outro lado do ecrã, conduz a que seja muito fácil carregar em algo que não se quer e, consequentemente, prejudicar o uso do telemóvel e experiência do utilizador. Embora este efeito esteja claramente ligado ao tamanho do ecrã, é algo que não pode ser ignorado e que é necessário que todos tenham uma pequena noção de que isso o pode afetar.

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Em suma, o Samsung Galaxy S7 Edge é um smartphone que, quase de certeza, desperta interesse em grande parte do mundo tecnológico. Obviamente que há quem goste mais ou menos mas, deixando isso para trás, o que é preciso é dar mérito à marca pela criação de um dispositivo tão completo e que apenas apresenta algumas lacunas que são poucas e que são (quase) esquecidas em prol de todas as suas qualidades.

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Desde cedo comecei a interessar-me pelo que podia fazer no computador. Porém, a grande paixão surgiu com o primeiro telemóvel e complementou-se com os smartphones. Nada há a dizer, são simplesmente fantásticos e úteis em todo o tipo de situações.