Apple domina no mercado chinês, e Huawei desaparece por completo

Bruno Coelho
Comentar

O mercado chinês é um dos mais importantes de smartphones em todo o mundo. É neste que muitas das grandes marcas que conhecemos globalmente são oriundas, como é exemplo a Xiaomi, Oppo e Huawei.

Mas a verdade é que segundo o mais recente relatório da Counterpoint Research, nenhuma destas dominou esse mercado no último trimestre de 2021. Ao contrário do que aconteceu no ano anterior, foi a Apple a liderar o mercado mobile chinês, com 21,7% de quota de mercado e crescimento de 13%.

Huawei desaparece do TOP 5 na China

Na segunda posição aparece a Honor que é quem mais cresce. Esta registava 7,5% de quota de mercado há um ano, tendo neste trimestre 16,7%. Regista um crescimento de nada menos que 100% agora que é independente da Huawei. A Huawei desaparece por completo do TOP 5 no seu mercado de origem.

Do segundo lugar para baixo as diferenças são mínimas. Há um ano a Oppo era líder com 17,3%, mas agora tem 16,6% de quota de mercado. Isto significou uma descida de 14% para a fabricante do grupo BBK.

Também a Vivo perdeu 14% do seu poder face ao quarto trimestre de 2020. No final de 2021 registou uma quota de mercado de 16,5% face aos 17% do ano anterior.

A fechar este TOP 5 encontramos a Xiaomi com quota de mercado de 16,1%. Tendo em conta que há um ano tinha 12,5% de quota de mercado, regista aqui uma clara tendência de subida de 15%.

Comparando com o período homólogo de 2020, os envios de smartphones desceram 11% na China. E as fortes vendas do iPhone 13 aliadas ao seu preço fazem com que a Apple possa sorrir neste mercado.

Editores 4gnews recomendam:

  • Samsung Galaxy S22 Ultra é 'passado a ferro' por carro em teste de resistência (vídeo)
  • Xiaomi: próximo dobrável misterioso chega no segundo trimestre de 2022
  • Xiaomi 11 Lite 5G NE começa a receber a MIUI 13 com Android 12
Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.