A China acaba de anunciar um novo padrão universal de suporte para carregamento rápido.
A este anúncio juntaram-se várias marcas bem conhecidas do mercado e o objetivo comum é uniformizar e otimizar o padrão de carregamento rápido agora desenvolvido naquele país asiático.
China anuncia novo padrão de carregamento rápido, apoiado por vários fabricantes de smartphones
Do continente asiático frequentemente chegam várias novidades tecnológicas e hoje chegou mais uma. A China Communications Standards Association acaba de anunciar um novo padrão universal de suporte para carregamento rápido.
O anúncio lançou o primeiro lote de 11 certificações deste tipo de carregamento e vários fabricantes chineses de smartphones juntaram-se a esta novidade. Nomes bem conhecidos do mercado, como Xiaomi, Huawei, OPPO e Vivo vão passar a submeter os seus equipamentos a estas novas certificações.
De acordo com a referida autoridade chinesa, o novo padrão universal para carregamento rápido tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento desta tecnologia em cinco pontos essenciais:
- Melhorar a solução de carregamento rápido e expandir o seu suporte a várias aplicações
- Uniformizar o carregamento rápido num padrão que seja válido em escala industrial
- Acompanhar o progresso da padronização internacional de carregamento rápido
- Promover a utilização de um padrão unificado de carregamento rápido por parte das empresas
- E, ainda, melhorar a certificação e identificação de terceiros
O novo padrão anunciado foi batizado por Universal Fast Charging Specification ou UFCS e as marcas que se associaram a este anúncio fizeram já saber que o vão adotar em modelos seus futuros.
Em termo mais práticos, umas das novas certificações hoje apresentadas fornece uma potência máxima de 40 watts num primeiro estágio, com o segundo estágio a atingir já uma potência máxima de 65 watts.
Não está ainda no atual patamar de 120 watts e muito menos de 200 watts que alguns modelos chineses, por sinal, fornecem já em smartphones topo de gama já disponíveis no mercado daquele país asiático.
Mas a autoridade chinesa deixou a promessa de continuar a trabalhar no desenvolvimento deste padrão para que este possa oferecer as potências máximas já bem conhecidas dos utilizadores.
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