Analistas não acreditam no sucesso deste próximo iPhone

Filipe Alves
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Os analistas de mercado tem vindo a falar recorrentemente da Apple e o consenso parece esclarecedor. Os analistas como o Cris Caso, Raymond James ou até o conhecido Ming-Chi Kuo não acreditam que este próximo iPhone possa dar à Apple o sucesso que Tim Cook tanto deseja.

Isto porque, segundo as suas previsões, este iPhone não trará assim tantas novidades que justifiquem a compra do terminal. Isso acontecerá apenas em 2020 com o lançamento do primeiro iPhone 5G.

Apple iPhone 11

Um novo design ou 5G?

Pessoalmente, enquanto que o 5G não está espalhado pelo mundo, preferia investir num iPhone com um design diferente em vez de outro com capacidades 5G.

Contudo, temos de perceber que quem compra um iPhone está, normalmente, a investir num smartphone para alguns anos e o 5G está aqui à porta. Ou seja, quem comprar o próximo iPhone pode muito bem comprar o último modelo sem 5G quer a empresa lançará.

Analistas acreditam seriamente nos iPhones 5G

Os analistas acreditam que a minha opinião está errada e que os consumidores correrão para as lojas para comprar os modelos de 2020. O mesmo não se fala dos modelos deste ano. Segundo as suas previsões, serão os iPhones de 2020 que farão com que a Apple volte a chegar ao bilião de dólares em avaliação na bolsa.

Será que teremos um iPhone diferente para 2020?

Pelas nossas contas, o iPhone de 2019 terá um design diferente e o modelo de 2020 será apenas um "S". Ou seja, melhores especificações e um design igual. Todavia, o designer principal da Apple, Jony Ive, deixou a empresa. Ou seja, tudo o que toca em design daqui para a frente é um pouco desconhecido.

Ainda assim, temos de nos lembrar que temos um CEO como o Tim Cook. Um executivo que é mais apaixonado por serviços do que por hardware. Aliás, até o Steve Jobs o disse em certa altura.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.