Se tens reparado, cada vez mais portugueses estão a fazer contas antes de abrir a carteira. Seja para roupa, comida ou tecnologia, as pessoas planeiam melhor os gastos do dia a dia e pensam duas vezes antes de comprar qualquer coisa.
É exatamente isso que revelam os novos dados da ConsumerChoice, divulgados com o aproximar do Dia Mundial do Consumidor, celebrado a 15 de março. O estudo mostra que a tendência de comparar preços antes de comprar já é rotina para muitos. Existem boas práticas para fazer isto facilmente, como aprender a comprar na Amazon de forma rápida e, especialmente, mais barata.
Comparar preços já faz parte da rotina
Segundo o relatório, quase metade dos consumidores portugueses já adotou este hábito:
- 43% dizem fazê-lo com frequência
- 25% garantem que comparam sempre antes de comprar
- 25% admitem comparar apenas ocasionalmente
- 5% quase nunca o faz
O resultado é um consumidor mais informado, que quer ter a certeza de estar a fazer o melhor negócio possível.
Poupar sem perder tempo
Apesar de quererem gastar melhor, os portugueses também valorizam a eficiência:
- 41% passam entre 10 e 30 minutos a comparar
- 31% resolvem em menos de 10 minutos
- 13% dizem que depende do produto
- 12% podem gastar até uma hora
- Apenas 3% ultrapassam os 60 minutos
Ou seja, comparar preços é habitual, mas ninguém quer passar horas nisso.
Folhetos ainda são rei, mas o digital não fica atrás
Quando procuram promoções, os portugueses misturam métodos tradicionais e digitais:
- Folhetos promocionais – 21%
- Visitas a lojas físicas – 19%
- Plataformas de comparação de preços – 19%
- Sites das marcas – 13%
- Apps no telemóvel – 11%
- Opinião de amigos ou familiares – 10%
- Redes sociais – 7%
A combinação de online e offline mostra que o hábito de poupar é cada vez mais estratégico.
Onde o dinheiro pesa mais
Quando abrimos a carteira, existem prioridades:
- Alimentação e bens essenciais – 25%
- Energia – 16%
- Saúde e bem-estar – 15%
- Vestuário e calçado – 13%
- Transportes – 8%
Áreas como tecnologia, viagens e serviços financeiros acabam por ficar em segundo plano para muitas famílias.
Tecnologia e lazer são as primeiras vítimas dos cortes
Com os preços a subir, o poder de compra também se sente:
- 43% dizem que a situação financeira se manteve estável
- 32% sentem que piorou
- 25% acreditam que melhorou
Para equilibrar o orçamento, algumas áreas sofreram cortes:
- Vestuário – 23%
- Lazer – 20%
- Tecnologia – 18%
Enquanto isso, alimentação (34%) e energia (19%) foram os setores onde os gastos mais aumentaram. No final, o retrato mostra que os portugueses estão cada vez mais atentos às despesas. Comparar preços tornou-se um hábito, e a tecnologia, muitas vezes, acaba por esperar enquanto o orçamento se ajusta.
Mas isto não significa que não encontres bons produtos a preços reduzidos, como por exemplo, estes 10 gadgets úteis até 50 € para as casas portuguesas na Amazon que podem ser exatamente o que precisas. Em caso de dúvida, podes também conferir os 9 melhores sites de compras online em Portugal.
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