A Espanha só pensa em Xiaomi! Samsung e Huawei continuam a afundar

Filipe Alves
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A Xiaomi tem vindo a crescer de forma incrível na Europa. A Espanha foi um dos primeiros países que a marca atacou de forma forte e agora vemos os resultados desse investimento.

De acordo com a Canalys, a Xiaomi é a dona se senhora do mercado espanhol. Aliás, o crescimento da marca continuam impressionante e ultrapassado pela OPPO com a sua recente chegada ao mercado vizinho.

Os números que fazem da Xiaomi a maior de Espanha

Xiaomi Espanah

Podemos ver no gráfico que a Xiaomi cresceu cerca de 151% em apenas um ano. Um crescimento tem tem sido sustentado, ainda que bastante elevado.

Xiaomi

Ou seja, a Xiaomi não chegou e venceu. Este tem sido um trabalho ao longo dos últimos 3 anos numa aposta séria em lojas físicas e um serviço pós-venda de qualidade.

Samsung e Huawei continuam a cair

A Samsung caiu 45% nas vendas, contudo, conseguiu superar a Huawei e subir para o segundo lugar na Espanha. A Huawei ainda conseguiu vender mais 16% dos smartphones que no ano passado, porém, não conseguiu impedir a queda para o terceiro lugar.

De referir que a situação da Huawei está ainda mais complicada com os seus smartphones deixarem de fornecer serviços Google de origem.

A Apple tem apenas 8% do mercado espanhol e está prestes a ser surpreendida pela OPPO que já conta com 4% do mercado. Lembro que a OPPO entrou recentemente no mercado ibérico. O crescimento de 1126% é exemplo do bom trabalho que está a ser desenvolvido.

O mercado espanhol não é muito diferente do português. Ainda que os salários sejam consideravelmente diferentes, Espanha não oferece grandes opções em contratos de operadora. Ou seja, a compra de um novo smartphone normalmente significa gastar umas boas centenas de Euros. Será que Portugal seguirá o mesmo rumo?

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.